A empresária, palestrante, influencer e sócia-diretora da Holding Clube, Ju Ferraz, promoveu a 3ª edição do evento B.O.D.Y. (Body Open Define You) no PHD Rooftop, em São Paulo e promoveu seu novo livro.
Lançamento de Produtos
A empresária, palestrante, influencer e sócia-diretora da Holding Clube, Ju Ferraz, promove a 3ª edição do evento B.O.D.Y. (Body Open Define You) no PHD Rooftop, em São Paulo. Ele foi marcado por debates sobre autoconhecimento, autoestima, saúde mental e redes sociais, maternidade atípica, empreendedorismo, entre outros, assuntos que aborda em seu livro, e experiências imersivas.
Juliana Ferraz é uma empreendedora, formada em Relações Públicas e especialista em branding e comunicação. Ela se consolidou no mercado como uma mente estratégica por trás de grandes marcas e eventos, sendo mais conhecida por seu papel como sócia e diretora de negócios e novos projetos da Holding Clube, um dos maiores e mais importantes grupos de marketing e eventos do Brasil. Dentro do grupo, ela é uma força motriz, especialmente em agências como o Banco de Eventos, onde atua na criação e execução de experiências memoráveis para clientes gigantescos.
Em seu livro ”Empreendedora da Própria Vida” que teve o lançamento no evento, ela transcende o conceito de empreendedorismo restrito ao mundo dos negócios e o aplica à vida como um todo. Ela compartilha de forma muito honesta e vulnerável os altos e baixos de sua trajetória, incluindo desafios como a luta contra a obesidade, a busca por autoaceitação, por ser considerada uma mulher nordestina e fora do padrão, e os obstáculos que enfrentou como mulher em um ambiente corporativo majoritariamente masculino.
O evento, idealizado em parceria com a executiva Carol Veras, celebrou a quebra de padrões estéticos e homenageia Beatriz Souza, judoca que conquistou a medalha de ouro na Olimpíada de Paris, depois de Preta Gil ser o destaque do último ano. Ela inspira milhares de pessoas (especialmente mulheres) a assumirem o protagonismo de suas próprias vidas, falando sobre autoestima, corpo livre, usando sua história como prova de que é possível redesenhar a própria rota e alcançar o sucesso em múltiplos âmbitos.
O evento foi realizado no PHD Rooftop, em Pinheiros, São Paulo e contou com mais de 1000 pessoas. Foi patrocidado pela Nestlé, Bradesco, Colcci Sports, Bruttal Fruit, entre outros, e nele tiveram 10 painéis de conteúdo, com as principais pautas sendo sobre saúde mental e redes sociais, maternidade atípica, menopausa, longevidade e empreendedorismo. Além disso, houve um espaço para mentorias e gravação de podcasts, com a influenciadora Thaynara OG.
Entre as 60 painelistas, estavam a jornalista e apresentadora Tati Machado, a atriz Cleo Pires, a chef Carmem Virginia, a comunicadora Deh Bastos e a executiva Daniela Cachich. Ao final do evento, houve uma experiência imersiva, com workshops de meditação conduzido por especialistas do app de meditação guiada e bem-estar Soulloop.
“Não quero fazer um evento para a minha bolha, quero impactar”, afirma a empresária baiana, que destinou 30% dos ingressos do evento a alunas da Unibes Cultural e beneficiadas de ONGs como o Instituto Amor em Mechas, para mulheres em tratamento contra o câncer. Ju ainda quer levar o evento para grandes capitais do país, especialmente do Norte e Nordeste.
Fundadora do evento B.O.D.Y. (Body Open Define You), Ju define como “um movimento que nasceu das minhas experiências pessoais como uma mulher gorda e nordestina e promove o autocuidado e a diversidade. Não é mais sobre mim. Lutei contra a maré toda a minha vida e quero que outras mulheres tenham uma jornada mais leve.”
À frente de um evento que celebra a diversidade, Ju Ferraz destaca o retrocesso da pauta nas empresas e em suas estratégias de marketing. “É como se a diversidade tivesse saído de moda e não fosse importante para a evolução da nossa sociedade”, diz ela, que faz um “chamado para a responsabilidade. Após o intenso foco em Diversidade e Inclusão pós-2020 (especialmente após o movimento Black Lives Matter), surgiu um fenômeno de “fadiga”.
Nos EUA, ações judiciais contra programas de ação afirmativa e a politização do termo “ESG” fizeram com que empresas ficassem mais receosas de processos e de se tornarem alvos de boicotes políticos. O termo “woke” (desperto, em tradução livre) foi transformado em uma arma política para atacar empresas consideradas “progressistas demais”. Já no Brasil, a polarização política também faz com que empresas evitem se posicionar em temas considerados “sensíveis” para não alienar parte de seus consumidores ou stakeholders.
O recuo atual é, na verdade, um filtro. Ele está separando as empresas que adotaram a diversidade como uma moda passageira daquelas que a integraram genuinamente ao seu DNA e à sua estratégia de negócios. As organizações que entendem que a diversidade é uma fonte de inovação, resiliência e conexão com um mercado consumidor cada vez mais plural não estão abandonando a pauta. Pelo contrário, estão tornando-a mais sofisticada, baseada em dados e integrada à liderança.
Mais do que um evento, o B.O.D.Y se tornou um movimento. Com o PHD Rooftop como cenário, São Paulo foi palco de uma verdadeira celebração do autoconhecimento, da força feminina e da diversidade.
Com estrutura completa, curadoria de ponta e um time comprometido com experiências de impacto, a PHD Eventos transformou propósito em vivência, unindo marcas, pessoas e histórias em uma jornada que emocionou mais de mil participantes, e reverberou muito além do dia do evento.
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