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Experiências físicas de marcas: o novo luxo

O offline é o novo luxo e diversas marcas já entenderam isso. A Prada trouxe o seu truck Flower Market para o Rio de Janeiro, a Granado abriu uma sorveteria no Rio de Janeiro e São Paulo, a Tiffany trouxe a Blue Box Cafe para São Paulo… Trazer memórias inesquecíveis junto a marca é a nova estratégia de várias empresas e vamos nos aprofundar mais nesse assunto.

qui, 07 ago 2025 | POR PHD Eventos

Experiências offline tem sido a nova tendência

Cafeterias, sorveterias, restaurantes, bares, clubes de esporte… essas são algumas das experiências offline que grandes marcas como, Granado, Lacoste, Tiffany, Louis Vitton e Prada têm feito para os seus clientes e essa estratégia tem trazido muito sucesso para as empresas. Vamos nos aprofundar nessa publicação sobre a nova tendência de aumento das experiências offline por diversas marcas nacionais e internacionais – e as marcas de grife não ficam de fora.

Mais conexão com o consumidor: Como as experiências estão transformando o mercado

Segundo o estudo Panoramas RD Station, que entrevistou mais de 3.800 profissionais de marketing e vendas, sobre a pergunta “Como as empresas estão captando leads”, Eventos presenciais estão em segundo lugar, com 43% das respostas e “Quais os formatos de conteúdo mais utilizados”, eventos presenciais foram de 31% no último ano, para 41% neste – o formato que mais cresceu!

Esses dados podem ser explicados na questão ”Quais são as tendências de marketing mais relevantes para 2025”, em que 51% apontou “Conteúdo mais pessoal e autêntico”, ou seja, as pessoas, em especial o público da geração Z, busca o Branding Experience, ou seja, uma maior conexão e qualidade com a marca que está consumindo e menos dependência das redes sociais. E as marcas que já apostaram nessa tendência já estão saindo na frente e ganhando de várias outras que investem em outros meios de marketing.

De acordo com dados do relatório da McKinsey & Company e The Business of Fashion, o novo luxo tem menos a ver com etiqueta e mais com pertencimento. É a era da comunidade, do estilo de vida e da vivência sensorial. Há uma desaceleração do mercado global das marcas de grife, como na China, Europa e Estados Unidos, pelo aumento do custo de vida e dos produtos importados.

 

Entendendo a desaceleração do mercado de luxo

A China, que havia sido o motor de luxo na última década, passa por uma redução de 3% no consumo doméstico entre 2024 e 2025. Já nos Estados Unidos, a redução se dá pelo aumento da qualidade de vida e das tarifas sobre os produtos importados. A Europa passa por uma crise da confiança do consumidor local, que está em redução comparado com 2021.

Os principais motivos podem ser:

  • Aumento nos preços dos produtos, sem inovação real.
  • Falta de inovação e qualidade
  • Aumento no interesse de experiência em relação á produtos
  • Experiência inconsistente nas lojas, gerando uma incoerência com o discurso da marca

O cenário pós pandemia também trouxe consequência para o consumo desses produtos e fez com que ganhasse força a ideia de um mundo sem lojas físicas, e de que o mundo estaria prestes a viver um “retail apocalypse”, termo usado por alguns veículos de mídia e especialistas que previam o encerramento em larga escala do funcionamento de milhares de estabelecimentos.  As pessoas estão priorizando mais a experiência e o tempo vivido do que apenas possuir os produtos e o ”ter para mostrar”. Viagens exclusivas, alta gastronomia, hotéis-boutiques e eventos personalizados são o novo objeto de desejo.

Por isso, várias marcas de grife já estão investindo em experiências, como o Prada Caffé em Londres e o truck Flower Market, que rodou em várias cidades do mundo, vindo até para o Rio de Janeiro, La Patissêrie da Dior localizada em Saint-Tropez, Estados Unidos e Paris, The Polo Bar da Ralph Loren localizado em Nova York, Le Cafe da Lacoste em Mônaco, entre outros.

Marketing 6.0: Metamarketing e ainda mais interatividade

Mais do que likes e cliques, as marcas buscam agora deixar uma memória física, algo que pode ser guardado, fotografado e sentido, até porque o engajamento não é mais só visual. É emocional, tátil e integrado. Em vez de separar os mundos, elas os fundem e nesse cruzamento entre clique e contato, ganham relevância e lembrança. Além de gerar essa experiência, isso é branding puro, gerando buzz nas redes sociais e estimulando o compartilhamento nas redes sociais. Marcas que criam pontes entre o físico e o digital:

  • Geram maior retenção de clientes
  • Criam vínculos afetivos com o consumidor
  • Transformam campanhas em experiências completas

Estudo recente realizado pela consultoria global Kearney, por exemplo, aponta que 81% da Geração Z prefere ir até um estabelecimento para comprar um produto. Assim, dizem os palestrantes da NRF, não se trata de encerrar o varejo tradicional, mas sim de criar experiências personalizadas e imersivas para o cliente. Por exemplo, como eu uso a Inteligência Artificial para acabar com todas as filas da minha loja? Este foi um dos tópicos do painel Digital strategies to decode Gen Z, com a participação de marcas importantes para esse grupo, como Spotify e McDonald’s.

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